O artigo 2º da declaração diz o seguinte: “Os conflitos presentes em todo o mundo, como a invasão da Ucrânia e os atos de violência exercidos por grupos armados que terrorizam a população no Haiti, não são os meios legítimos para se resolver as disputas, de modo que os Estados-membros da CMDA (Conferência de Ministros de Defesa das Américas) esperam uma solução pacífica tão pronto seja possível”.
Brasil, Argentina e México se colocaram contra a inclusão desse parágrafo e apontaram que “reconhecem a Organização das Nações Unidas [ONU] como o foro adequado para tratar do conflito na Ucrânia”. O México chegou a dizer que não é possível aderir ao artigo em questão.
Por outro lado, sete países fizeram questão de manifestar uma “reprovação de maneira incisiva” do que consideram uma “invasão ilegal, injustificável e não provocada da Ucrânia”. Nesse grupo estão Estados Unidos, Canadá, Guatemala, Haiti, Paraguai, República Dominicana e Colômbia — ainda sob a gestão de Iván Duque.