• quinta-feira , 17 janeiro 2019

PCDF prende hackers que fraudaram 33 mil contas bancárias

Investigações mostram que os dois homens detidos nesta quinta-feira (29/11) fazem parte de uma organização criminosa cibernética

Um grupo de hackers acusado de fraudar cerca de 33 mil contas bancárias em todo o país foi preso, na manhã desta quinta-feira (29/11), pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) da Polícia Civil do Distrito Federal. Após 11 meses de investigação, a unidade identificou Isaac Vital de Lima, de 35 anos, como principal autor dos ataques cibernéticos. Ele foi detido em  São Luís (MA).

Um programador também foi preso na cidade de Paulo Afonso, na Bahia. Felipe Luciano Amaral Santos, 27 era o responsável por desenvolver o vírus usado nas fraudes. Os dois foram detidos no âmbito da operação Paragon 3, que apura a ação dos criminosos no mundo virtual. O objetivo da ação é desmantelar uma organização formada ainda por Itamar Silva Pereira, Mozart Rodrigues de Oliveira Júnior e outros indivíduos cujos nomes estão sendo mantidos em sigilo.

As ações dos “cybercriminosos” lesaram, por meio de furto mediante fraude, contas bancárias pertencentes de diversos estados. O modus operandi consistia em infectar os roteadores das vítimas por meio de um sistema sofisticado de invasão e instalação de artefatos maliciosos. Com o dinheiro furtado, os bandidos ostentavam lanchas, caminhões e quadriciclos.

Um grupo de hackers acusado de fraudar cerca de 33 mil contas bancárias em todo o país foi preso, na manhã desta quinta-feira (29/11), pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) da Polícia Civil do Distrito Federal. Após 11 meses de investigação, a unidade identificou Isaac Vital de Lima, de 35 anos, como principal autor dos ataques cibernéticos. Ele foi detido em  São Luís (MA).

Um programador também foi preso na cidade de Paulo Afonso, na Bahia. Felipe Luciano Amaral Santos, 27 era o responsável por desenvolver o vírus usado nas fraudes. Os dois foram detidos no âmbito da operação Paragon 3, que apura a ação dos criminosos no mundo virtual. O objetivo da ação é desmantelar uma organização formada ainda por Itamar Silva Pereira, Mozart Rodrigues de Oliveira Júnior e outros indivíduos cujos nomes estão sendo mantidos em sigilo.

As ações dos “cybercriminosos” lesaram, por meio de furto mediante fraude, contas bancárias pertencentes de diversos estados. O modus operandi consistia em infectar os roteadores das vítimas por meio de um sistema sofisticado de invasão e instalação de artefatos maliciosos. Com o dinheiro furtado, os bandidos ostentavam lanchas, caminhões e quadriciclos.

Em 4 de julho deste ano, durante operação policial realizada em Umuarama, no Paraná, o líder da quadrilha, Itamar Silva Pereira, foi preso com diversos bens de alto valor.

A DRCC busca rastrear todas as transações financeiras movimentadas pelo investigado. Segundo a PCDF, estão sendo analisados os conteúdos dos computadores e celulares apreendidos para verificar se há o envolvimento de outras pessoas e descobrir a estrutura hierárquica de uma possível organização criminosa.

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