• segunda-feira , 18 fevereiro 2019

Conheça artistas de Brasília que devem bombar em 2019 no Brasil

Artistas de Brasília fazem planos para se destacar Brasil afora no cinema, no teatro, na música e na televisão

Alisson Machado, produtor da cidade, celebra o boom no cinema local
(foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press )

Alisson Machado
No campo profissional, o produtor Alisson Machado não tem dúvidas: “2019 traz o melhor momento da minha vida”. Os projetos de cinema se empilham — “Isso é vida de produtor: sempre com uma carteira de filmes em diferentes etapas de projeto”, diz. Desenvolvimento de projetos, captação de recursos, pré-produção de filmes, filmagens, além de montagem, pós-produção de filmes e comercialização estão entre as frentes abertas pelo produtor.
Alisson, no momento, acompanha a montagem do curta-metragem Luís Humberto (de Rafael Lobo), a ser “finalizado em breve”. O desenvolvimento e a captação de recursos para o longa Mike (de André Miranda), com os preparativos para as filmagens do longa Ouro Verde S/A (de André Carvalheira), também ocupam Machado.
Em etapa de pré-produção, o longa do estreante Leo Bello chamado Espaço infinito será filmado em 2019, tendo no elenco Gabrielle Lopes e Wellington Abreu. Com a fase de comercialização assegurada, o longa Nada (dos Irmãos Guimarães), sob a produção de Machado, participará de laboratórios internacionais, para as filmagens em 2020.
O mesmo ano verá as filmagens da comédia Cartório das almas (outro filme de Leo Bello), que contará com Gregório Duvivier e Rosanne Mulholland. Sob a consultoria de roteiro de Adirley Queirós e André Novais, o filme híbrido Gradear (de Alan Berg e Cícero Fraga) também ganhará retoques de produção de Alisson.

Carol Fazu: depois do sucesso em O segundo sol e Janis, mistério ronda o próximo personagem
(foto: Gustavo Arrais/Divulgação )

Carol Fazu
O ano de 2018 foi “lindo e de trabalhos marcantes” para Carol Fazu, atriz que deu vida a Selma na novela Segundo sol e protagonizou o espetáculo musical Janis, em que interpretou a cantora Janis Joplin. O espetáculo estreou em Brasília e, em 2019, deve ser conferido por outras cidades brasileiras. “Foi uma delícia estrear aí e ver a plateia com amigos e familiares. A gente começa a circular pelo Rio Grande do Sul e, quem sabe, não volta a Brasília. Eu ia adorar”, afirma.
Depois do barulho que Selma fez ao viver um trisal com Ionan (Armando Babaioff) e Maura (Nanda Costa), Carol deve voltar à telinha em 2019. “A repercussão da Selma foi ótima, não esperava isso no início do trabalho. Agora, estou em negociação para meu próximo trabalho na tevê. Ainda não posso falar, mas devo voltar”, conta, misteriosa.

Ano par em 2019 para o ator João Campos: duas peças, dois filmes e ao menos duas participações na tevê
(foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)

João Campos

João Campos
Cinema, teatro e televisão. O ano de João Campos será movimentado nas três frentes. Atualmente, o ator está em Porto Alegre, onde roda as cenas de Julio, personagem que defenderá em A bênção, série que o Canal Brasil pretende levar ao ar no último trimestre do ano. “São oito capítulos de uma história que é uma distopia. No futuro, dois médicos e cientistas desenvolvem uma droga que inibe o medo e testam o medicamento em pacientes terminais. Mas os efeitos colaterais ainda são desconhecidos”, adianta João, cujo personagem é um policial militar que está traumatizado após levar um tiro no rosto durante uma operação.
Entre uma semana e outra de gravações, João Campos e Ada Luana sobem ao palco com o espetáculo Encerramento do amor, dirigido por Diego Bresani. A ideia é começar a rodar o país por Recife e partir para outras cidades, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, onde as sessões deverão ser no segundo semestre.
Ecos do silêncio é o nome provisório do filme de André Luiz Oliveira do qual João Campos tomará parte. O personagem dele será o Davi, homem que parte numa jornada de autoconhecimento na Índia para entender como a morte do irmão gêmeo, no nascimento dos dois, ainda afeta a vida dele. Animado, João revela que o longa terá cenas rodadas no Brasil e no exterior.
Além dessas novidades, há os trabalhos que João Campos gravou em 2017 e 2018, mas que só devem estrear neste ano. Fazem parte da lista a série Mais leve do que o ar, da HBO, na qual vive o sobrinho de Santos Dumont; e o filme Depois de ser cinza, de Eduardo Wannmacher, que lhe rendeu o primeiro protagonista nas telonas.

Clarisse Johansson em turnê com o espetáculo Roda Viva
(foto: Jennifer Glass/Divulgação)

Clarisse Johansson
O coletivo dará o tom do ano de 2019 para a atriz Clarisse Johansson. Integrante do Teat(r)o Oficina, ela faz parte do elenco de Roda viva, espetáculo que deve sair em turnê este ano. Em cena como Xuxa, entre outros personagens, Clarisse foi indicada a prêmios e “contracenou” com Fernando Haddad, que assistia ao espetáculo.
Outro projeto proporciona a Clarisse a ponte aérea Brasília — São Paulo de que ela tanto gosta. “Brasília tem muitos projetos legais, uma cena de audiovisual muito forte”, afirma Clarisse, que elabora, ao lado da mãe, Felícia Johansson, um projeto que mistura teatro e vídeo. “Busco sempre esse universo que mescla as formas de criar. Tenho vários mestres que pensam da mesma forma, como minha mãe, o Hugo Rodas, a Eliane Carneiro e o próprio Zé Celso, que nos ouve bastante no momento da criação”, comenta.

Lupa: single e videoclipe a caminho
(foto: Bruno Pagani/Divulgação)

Lupa
Criada em 2013 e com sonoridade entre o rock alternativo e o pop rock, a banda Lupa conseguiu, no ano passado, ultrapassar a barreira do quadradinho candango e passar a ser reconhecida fora do Distrito Federal pelo trabalho com presença em grandes festivais, como Vaca Amarela (GO), Música Mundo (MG), Feira Noise (BA) e Festival do Sol (RN).
Esse reconhecimento também se dá na assinatura de um contrato com um selo voltado para apoiar bandas independentes que faz a distribuição dos materiais pela gravadora Sony Music. “Ainda é algo muito recente. Se não me engano, somos a segunda banda a participar desse projeto que visa, principalmente, apoiar as bandas independentes. A gente está começando esse casamento”, conta Lucas Moya, baixista do grupo, que tem ainda Múcio Botelho (voz e guitarra), André Pires (teclados, percussão e voz), João Pires (bateria) e Victor Fonteles (guitarra).
Dessa parceria, a banda Lupa vai lançar um single e um videoclipe ainda no primeiro trimestre de 2019, o primeiro sem ser de forma independente. “A gente vem se preparando para isso desde a criação da banda. Estamos prontos para lançar esse material, o primeiro de uma sequência de singles”, conta. Sem poder revelar muitos detalhes, Lucas diz apenas que o público pode esperar novidades “com muito amor e originalidade”. “No momento, estamos focados nesse lançamento, mas seguros que nesse primeiro semestre vai ter show em Brasília”, adianta.

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