• segunda-feira , 18 fevereiro 2019

Com Reguffe, disputa pelo comando do Senado já tem oito candidatos

Sem partido, senador pelo DF quer propor o fim de benefícios de seus colegas, como plano de saúde vitalício e verbas indenizatórias

O senador José Reguffe (sem partido-DF) (Leonardo Prado/Agência Câmara/VEJA)

O senador pelo Distrito Federal José Reguffe (sem partido) lançou nesta segunda-feira, 28, por meio das redes sociais, sua candidatura à presidência do Senado. A eleição está marcada para a próxima sexta-feira, mesmo dia em que a Câmara elege seu novo presidente.

Em vídeo publicado no Facebook, Reguffe disse que vai usar sua candidatura para debater o custo do Senado para o contribuinte e quer propor o fim de benefícios dos senadores, como plano de saúde vitalício e verbas indenizatórias.

O parlamentar também quer reduzir o número de servidores por gabinete de 55 para doze. Ele disse que emprega nove assessores. “Precisamos de um Senado que seja independente, que cumpra o seu papel constitucional. O Senado Federal não deve ser um puxadinho do Poder Executivo, mas também não deve ser instrumento de barganha e chantagem junto a esse poder”, escreveu Reguffe em nota.Também são candidatos Tasso Jereissati (PSDB-CE), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Alvaro Dias (Podemos-PR), Esperidião Amin (PP-SC), Major Olímpio (PSL-SP) e Angelo Coronel (PSD-BA). Maior bancada da Casa, o MDB vai se reunir para decidir se endossa a candidatura de Simone Tebet (MS) e de Renan Calheiros (AL), que, embora não tenha anunciado sua candidatura, é considerado um dos nomes fortes para a disputa.

Considerado hostil ao governo Jair Bolsonaro (PSL), Renan sofre resistência de parte da opinião pública por estar identificado com a “velha política”. Já a candidatura de Simone é vista com simpatia até mesmo por opositores de Renan. Major Olímpio e Tasso já chegaram a declarar que podem abrir mão da disputa pelo comando da Casa se o MDB optar pelo nome da senadora de Mato Grosso do Sul. Fonte: Veja

(com Estadão Conteúdo)

 

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